Domingo, 26 de Julho de 2015
O escritor americano Mark Haskell Smith – que também foi um dos roteiristas do filme brasileiro A Partilha – resolveu passar um ano sem roupas para descobrir como funciona o mundo dos nudistas. O resultado foi o livroNaked at Lunch: A Reluctant Nudist’s Adventures in the Clothing-Optional World (Nu no Almoço: As Aventuras de um Nudista Relutante em um Mundo onde Roupas são Opcionais, em tradução livre).

Depois de visitar resorts de naturistas no mundo todo, o autor dá algumas dicas básicas no livro.
"Se você está no aeroporto, você não faz piadas sobre bombas. Quando você está com os nudistas, você não faz piadas sobre seios. E, Deus me livre, não tenha uma ereção – provavelmente vão pedir para você ir embora", disse Smith.
A primeira parada do escritor foi no Desert Sun Resort, em Palm Springs, Califórnia. "Eu estava aterrorizado. Estava lá no meu quarto de hotel, constrangido e ansioso, passando camadas e mais camadas de bloqueador solar até que, quando finalmente saí, eu tinha me transformado em um raio de luz, refletindo tudo. Havia todas estas pessoas em volta da piscina, elas me olharam, se encolheram e cobriram os rostos."
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De Juvenal F Neto a 12 de Janeiro de 2016 às 13:40
Respeitamos outras culturas mas não queremos respeitar a cultura do nosso povo. Alguns aqui no Brasil dizem que Cultura e Tradição vale mais do que uma vida humana, a mentira que pregam para ocultar a verdadeira história do infanticídio indígena, onde a disputa por terras, a passagem das terras para o índio e depois para o primeiro mundo, faz com que alguns já ganhem muita grana alugando terras dos índios (empresa holandesa por exemplo, pagou milhões em aluguel de terras indígenas), e para que os índios continuem índios eles ignoram os assassinatos dos pequenos índios. Não somos livres, disso sabemos bem, razão de nenhum político falar do Nióbio, cujo preso e controlado pelos EUA e países do primeiro mundo. Somos ricos e não sabemos, estamos em guerra (50 mil assassinatos registrados em cartório, todos os anos no Brasil), não temos controle urbano, estamos na lista dos quatro primeiros colocados em violência, tráfico de drogas, AIV, e tudo mais que é ruim. Destruímos nossas praias, poluímos, achamos maravilhoso a cultura japonesa mas não fazemos nada para mudar a nossa. Não reconhecemos nossa cultura. Se não gostamos de andar nus, teríamos que respeitar, mas ninguém respeita ninguém, minorias gostam de confrontar e afrontar a maioria numa disputa insana que só leva a violência. Um absurdo. Num mundo que somente agora descobriram que o universo surgiu do nada, que o universo não existia, surgiu do nada, coisa que o cristianismo e judaísmo já sabiam, pois esta escrito no livro de Gênesis. Por puro preconceito não aceitamos a Teoria de Deus, mas aceitamos sem prova alguma a teoria da evolução, cujo último teste do DNA humano constatou sermos mais próximo primeiro do porco, depois do rato e em terceiro de um tipo de símeo. Ninguém sabe nada, tudo é teoria, mas queremos ficar livres de Deus. Eu também não sei de nada, mas só acho que deveríamos respeitar mais. Acho até bonito o naturismo, apesar de saber que nem tudo é puro como dizem nos acampamentos nudistas, apesar de uma grande maioria viver realmente o naturismo puro, sem maldade nenhuma, onde a pessoa se apresenta a outra sem elemento físico algum que esconda sua pessoa, somente sua personalidade é oculta. Como os índios, que vivem da natureza, talvez até ainda existam como prova que Deus criou tudo e a todos realmente e que nos deixou a prova viva que viver livre e na natureza é possível. Mas respeitar é preciso...
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